R-Evolução Anti Pedofílicos

 

2003

 

O QUE DEVE MUDAR

 

  

TERAPEUTAS

 

-Acredite sempre, se um paciente lhe contar que tem memórias de ter sido abusado sexualmente na infância.

 

-Jamais faça alguém acreditar que ela ou ele quis ser a namorada do pai ou o namorado da mãe, quando crianças. Isto é ainda mais destrutivo para os sobreviventes. Isto é o reconhecimento da culpa por a pessoa ter permitido que o abuso acontecesse. A “Teoria da Sedução”, também conhecida como “Complexo de Edipo” é sabida hoje como a maior fraude da psicanálise. O próprio Freud não conseguiu confrontar o fato de ter descoberto que entre tantas pessoas que tinham memórias de abuso sexual na infância, se encontravam pessoas de sua própria família. Assim, ele resolveu disfarçar a verdade. Se você não tiver conhecimento disso, atualise-se. Leia Masson, Jeff Moussaieff. “The Assault on Truth: Freud’s Supression of The Seduction Theory.” New York: Farrar, Straus, & Gilroux (19 Union Sq. W. New York, NY 10003), 1984.

 

-Seja participativo com sobreviventes. As pessoas precisam bem mais do que alguém que sente em frente delas, como uma rocha, e apenas ouça. Sobreviventes precisam de alguém que lhes oriente em como lidar com este problema, mesmo que a pessoa não saiba onde quer chegar. Se eu pudesse ter aprendido durante os muitos anos de terapia, tudo o que aprendi em outros poucos, por compartilhar experiências com outros sobreviventes e lendo muitos livros a respeito do assunto, eu não teria andado em círculos por tanto tempo.

 

-Por favor, não tente convencer sobreviventes que seria saudável se estes pudessem resolver o seu problema se re-aproximando com o abusador, para viver em paz e em ambiente de família.

 

-Você seria capaz de aceitar, ser o terapeuta de um pedofílico? Você poderia realmente garantir que, uma pessoa que chegou ao ponto de ter sexo com crianças, poderia ser curada? Você deixaria uma criança sua, aos cuidados de um pedofílico? Por que então tantos de vocês acreditam que eles podem ser tratados? Por que vocês não convencem juizes, políticos e a opinião pública de que manter estes CRIMINOSOS em terapia não irá fazer diferença? Você sabe o quê o seus pacientes pedofílicos fazem, quando não estão sob a sua direta supervisão? Você sabe que eles encobrem o que fazem e agem secretamente! É isto tudo, por causa de dinheiro? Tendo esta attitude, você estará colaborando para que abuso sexual na infância se perpetue!

 

-Você deveria ser uma figura de importância, que deveria nos ajudar a educar as pessoas sobre este problema e convencer as autoridades a ENCARCERAR estes monstros imediatamente!

 

Conforme visto acima, a atitude da maioria dos psiquiatras e também psicólogos, em relação a seus pacientes, está baseada em teorias de Sigmund Freud, por causa do treinamento professional que estes tiveram.

Por causa disto, pessoas foram levadas a acreditar que elas procuraram contato sexual com seus pais e mães, para preencher os requisitos do Complexo de Édipo, que supostamente deveria acontecer em toda infância saudável, como parte do desenvolvimento e identidade sexual do indivíduo.

Esta bobagem enganosa e mal concebida, fez com que mulheres e homens que tenham sido abusados sexualmente na infância, sentissem aumentado seu sentimento de culpa, mesmo que terapeutas nos tenham dito que não fomos responsáveis pelo que aconteceu. Da mesma forma, o famoso termo “Histeria”, que Freud lançou para rotular as mulheres que perdem controle sobre seus comportamentos, é nada mais do que uma reação de revolta pela frustração em relação aquilo que realmente aconteceu sem que o desejassemos, e que não podiamos apresentar evidências.

A “Teoria da Sedução” de Freud contribuiu para que muitos sobreviventes tenham se sentido re-abusados emocionalmente em terapia, ao serem relembrados de tais falsas verdades.

 

Criança não busca sexo e sim amor!

 

É hora de, reivindicar que estas teorias nos causam danos e que terapeutas deveriam passar a prestar mais atenção ao que ouvem, para aprender com as experiências vividas por seus pacientes, em vez de continuar aplicando regras antigas e já caídas por terra.

Não estou também tentando convencer as pessoas a não procurarem terapia, nem afirmando que todos os terapeutas mantém a mesmas antigas atitudes. Estou reivindicando que, enquanto profissionais desta área não se atualisarem e sobreviventes sejam convencidos que eles deveriam simplesmente, esquecer o passado e se estufar com antidepressivos para se anestesiar, as coisas não podem melhorar.

 

Entretanto, acredito nas boas intenções e alguns destes profisionais e quero reconhecer pessoas como a Dra Aida, que foi por muito tempo a única forma que consegui manter minha luscidez em relação as manipulações e re-abuso emocional que sofri de pessoas de minha família. Quero que ela saiba que sou muito agradecida por ela não ter me abandonado quando tanto precisei dela.

Da mesma, forma reconheço e aprecio a ajuda que a equipe de aconselhamento do Serviço de Suporte a Vítimas de Assalto Sexual da Gold Coast tem feito por mim.

O que alcancei e o que estou fazendo hoje é, de certa forma, uma vitória destas pessoas  também.

 

Mas, é preciso que os médicos ou terapeutas, que geralmente se colocam em pedestais, sejam mais humildes e que parem de tentar convencer as pessoas de que eles sabem mais sobre o assunto do que daqueles que passaram pelo problema e tamanha dor.

Por outro lado, muitos terapeutas que escolheram tal profissão o fizeram justamente por terem sido abusados na infância, mas o que eles aprenderam foi controlar a si próprios, sufocando seus sentimentos e mais tarde tentam aplicar os mesmos princípios em seus pacientes. Assim, profissionais propagam um jogo de esconde–esconde em relação a confrontação do real problema de abuso sexual na infância.

É hora de acordar, olhar a coisa de frente e reclamar que se acabe com isso. Precisamos de terapeutas que nos respeitem por aquilo que sabemos e que conduzam tratamentos que venham de encontro com nossas necessidades de verdade, em vez de continuarem a tentar resolvendo os conflitos das pessoas simplesmente através do uso de drogas.

 

Profissionais da classe médica deveriam também nos ajudar a ganhar apoio e respeito público, para finalmente alcançarmos a cura, educar e prevenir tamanho tipo de abuso, em grande escala.

Nos é dito que, a “etica médica” deve manter em segredo informações sobre pacientes. Mas questiono que ética e esta, quando coloca crianças indefesas em risco, da mesma forma que permite que pessoas morram em corredores de hospitais por não poderem pagar tratamentos, em tantos países do mundo?

Concordo plenamente com as palavras de alguém que conheço, que disse:

"Da mesma forma que, sigilos de contas bancárias são quebrados em casos de desvio ou mau uso de dinheiro por políticos corruptos ou traficantes de drogas, médicos ou terapeutas deveriam ser obrigados a contar o que sabem sobre seus pacientes pedofílicos para proteger crianças!"

Na omissão em fazê-lo, estes profissionais deveriam ser considerados como coniventes para o perpetuacão de abuso sexual na infância.

 

Muitos sobreviventes e organisações que lutam contra abuso sexual na infância clamam que geralmente a classe médica não tem agido para o benefício das vítimas e como isso ajuda a perpetuar que abusadores se mantenham livres e ativos para fazerem novas vítimas.

Violência estrutural ou violência institucional mantém e reforça a violência de um individuo abusivo. A violência de uma particular “verdade” médica pode adicionar e reforçar a violência do abuso” – Entendendo Incesto- Um livreto de mulheres para mulheres (Undesrtanding Incest - A booklet for women by women.). BRICC, Rapid Offset Printing, Australia, 1996.

Infelizmente, até poucos anos atrás informações muito importantes que poderiam ajudar milhões de pessoas, eram mantidas somente entre terapeutas e pacientes, em vez de serem compartilhadas com outros sobreviventes e o público que poderia aprender sobre a existência e consequências de abuso sexual na infância na vida das pessoas.

Terapias deveriam ser extendidas para fora dos consultórios e colocadas em prática, encorajando comunidades a trabalharem juntas  para curar e prevenir abuso sexual na infância. Grupos de suporte, palestras educacionais, campanhas de TV, literatura e qualquer forma de comunicação de massas, com alertas, poderiam trazer benefícios não somente para aqueles que não podem pagar terapia particular, mas para também acabar com o “tabu” existente em relação a incesto e o preconceito contra pessoas que sofrem de doenças emocionais, que a maioria dos sobreviventes atravessam como consequência do abuso, seriam de grande ajuda.

 

Eu mesma tive experiência de quanto estigma e preconceito é na verdade promovido por profissionais da própria classe médica em relação a aqueles que se tornam emocionalmente doentes. É realmente re-abusivo e inaceitável que profissionais da classe médica sejam ensinados a rotular pessoas desta forma. É como que, pelo fato de alguém que está sofrendo e tenha se tornado emocionalmente frágil, esta pessoa não possa ser levada a sério, ou perdido capacidade intelectual. Ainda pior são os médicos que referem a pessoas emocionalmente doentes como motivo de chacotas. Estes indivíduos ajudam a promover preconceito.

Enquanto as instituições médicas não promoverem real respeito e compreensão em relação a pessoas que sofrem trauma emocional e ficam doentes por causa disso, será mais dificil alcançar sucesso para reduzir as estatísticas de abuso sexual na infância por causa da intimidação que estas atitudes causam nas vítimas.

 

Felizmente, existem médicos que tem pensado fora dos padrões estipulados, desafiado velhas teorias e promovendo resultados de pesquisas para o benefício das comunidades. Uma destas médicas e a Professora Sarah Mott, da Universidade do Oeste de Sydney, envolvida em estudos de mulheres que se submetem ao “Papa Nicolau” (exame que pode detectar cancer de colo de útero em estado inicial). De acordo com ela, existe uma relação entre a percentagem de mulheres que evitam ter este exame e história de abuso sexual na infância, por causa de instigação de memórias de abuso. O número de mulheres que evita se submeter a este tipo de exame e de 30% na Austrália.

Além de médicos da nova era, existem também organisações em várias partes do mundo, muitas formadas por sobreviventes e também instituições humanitárias e de serviços  de assistencias sociais, que suportam sobreviventes na busca de cura e compartilham informação que pode ajudar as pessoas a encontrar respostas e validação de seus sentimentos. 

Vejam endreços de páginas divulgadas na internet, através de LINKS, acessado na página principal ou de entrada.

 

 

AUTORIDADES LEGAIS E LEGISLADORES

 

-Sempre acredite na vítima que alegar ter sido abusada sexualmente na infância. Uma criança que jamais tenha sido abusada, seria incapaz de descrever memórias de abuso sexual ou tal tipo de experiência.

 

-Uma pessoa adulta que faça tal alegação deve ter realmente uma razão muito forte para se expor a uma situação tão constrangedora e difícil. Por que iria uma pessoa fazer isso, contra pessoa da própria família, ainda pior se a pessoa acusada é um dos pais? É realmente muito difícil acusar pessoa de tal importância em sua vida.

Pergunte a si mesmo: “ Que razões seriam piores do que ter sido realmente abusado, para fazer com que uma pessoa fizesse tal tipo de alegação?”

 

-Leve também em consideração que, na maioria dos casos não existe evidência, devido ao fato de o abuso acontecer em sigilo. Assim, é de se esperar que o abusador negue a acusação. Pedofílicos são covardes somente pelo fato de cometer este tipo de abuso. Desta forma, o que você espera que eles digam? Que, como bons cristãos, deveriam admitir a sua culpa? Você espera que eles jurem que foi um deslize, que nunca mais irá acontecer?

Assim sendo, você deveria aceitar a alegação das vítimas como evidência, por motivos óbvios acima expostos. Um reclamante desonesto não seria capaz de manter tal tipo de farsa por longo tempo. Aqueles que fazem mau uso de tal tipo de denúncia, deveriam ser punidos legalmente, para que isso não impeça que se faça justiça para com aqueles que dela precisam.

 

-Em casos de abusos em famílias, você deveria sempre requerer que todos o membros desta, inclusive demais parentes fossem interrogados. Você ficaria surpreso com quantos deslizes seriam encontrados pelo caminho. Continue cavando mais fundo e você finalmente encontrará a verdadeira face de muitas famílias.

 

-Como mulher, também estou aqui defendendo nossos direitos, sendo que 30% das mulheres estão nas estatísticas da Organização Mundial de Saúde, como tendo sido abusadas sexualmente quando crianças e especialmente pelo fato de os abusadores terem sido seus próprios pais.

Não nos é possivel mudar nosso passado, mas podemos nos engajar numa luta para mudar estes números, urgentemente, para o bem das futures gerações.

 

-Faço aqui um apelo aos legisladores, em nome das vítimas de abuso sexual na infância, especialmente por aqueles que sofreram injustiças ou que não puderam ter o direito de reclamar justiça pelo fato de as leis serem inadequadas para com estas vítimas.

É chegada a hora de revisar a legislação, especialmemte em países como o Brasil e tantos outros que ainda estão atrasados nesta matéria, para que as vítimas possam ser acreditadas e reclamar legalmente seus direitos, quando elas assim julgarem necessário, em qualquer época de suas vidas, para o bem delas mesmas ou para validar e apoiar casos de novas vítimas.

Muitos sobreviventes, levam anos para reconhecer que eles não foram responsáveis pelo abuso e conseguir coragem para admitir o abuso.

Muitas destas vítimas querem simplesmente esquecer disso, por causa da dor que isso lhes traz. Estas pessoas tentam negar o problema e ir adiante com suas vidas.

Muitos anos mais tarde, estes sobreviventes se deparam com doenças emocionais geradas por causa do abuso passado perante dificuldades em lidar com desafios em suas vidas. Assim, só quando isso acontece, estes buscam psicoterapia para aprender a lidar com as consequências do abuso.

Da mesma forma, o conhecimento de novas vítimas de novas geraçoes , como sobrinhas ou sobrinhos, suas próprias crianças ou netos, em situação de perigo por causa do pedofílico, faz soar o alarme que traz de volta o trauma que estes sobreviventes abafaram dormente por tantos anos. Alguns deles, decidem então quebrar o silêncio e expôr o abuso sofrido no passado para proteger novas vítimas. Mas em muitos países, estes antigos sobrevientes não tem mais direito de reclamar danos sofridos assim como também não podem mais usar o seu caso de abuso para apoiar  ações legais de novas vítimas. Desta forma, se uma nova vítima não confirmar que foi abusada durante o período em que esta é condsiderada criança ou adolescente, o pedofílico continua solto, apesar de ter abusado de tantas pessoas no passado e ainda representar situação de risco para crianças inocentes.

 

No Brasil, a vítima tem apenas seis meses  para entrar com queixa após ter completado 18 anos de idade. Nesta idade,  dificilmente uma vítima de abuso sexual na infância possui maturidade emocional suficiente para tomar tais providências. Esta lei é injusta a todos sobreviventes e não ajuda a proteger novas vítimas em potencial.

A lei deveria ser adequada a aqueles que dela precisam e não para facilitar a lida das autoridades legais, por causa do risco de mal uso da lei por pessoas mal intencionadas.

Felizmente em países como nos Estados Unidos da America, Austrália e Reino Unido, abuso sexual na infância pode ser reclamado durante qualquer época da vida da vitima  e o ofensor é detido por causa da natureza da ofensa  cometida e também por causa do perigo que pedofilicos representam a crianças.

 

-Por causa da devastação causada as vítimas, bem como a natureza hedionda deste tipo de crime, abuso sexual na infância deveria ser tratado com a mesma seriedade que assassinato, especialmente quando o abusador é um dos pais. Ninguém poderia causar maiores danos a uma criança do que quando isso é cometido pelos pais! Este tipo de crime deveria ser colocado sob classificação máxima de dano pessoal. Ofensores deste calibre deveriam ser condenados a pena máxima de prisão vitalícia, devido a crueldade de seus atos e porque estes ofensores NÃO podem ser corrigidos. Por favor, nos dêem uma razão para acreditar na justiça…

 

Autoridades legais tem a responsabilidde de promover e fazer justiça para aqueles que tem sofrido assalto físico ou sexual, especialmente crianças, que não sabem se defender dos adultos ou mais fortes. Policiais, promotores de justiça e juízes representam alguém que se pudesse contar, para encontrar segurança quando a pessoa precisa de proteção contra estranhos e também parentes, quando nosso lar não é mais considerado seguro, como acontece com vítimas de abuso sexual na infância. Entretanto, como visto acima, legalidades técnicas no sistema jurídico impedem que crianças e sobreviventes sejam acreditados, protegidos e compensados por danos sofridos. Sei de casos de policiais que trabalham duro para fazer a sua parte e que acabam de mãos vazias devido a tais legalidades e também corrupção no sistema jurídico.

 

Em muitos países, mesmo quando pedofílicos são identificados e processados,juízes geralmente lhes dão sentenças com penas de curto período e continuam soltando estes ofensores, mesmo sendo alertados de que estes irão re-ofender quando novamente livres. Mas esta e' a lei...

As estatísticas mostram que com raras exceções, pedofílicos não podem ser reabilitados, incluíndo aqueles que voluntariam para tratamento psicoterápico. Pedofilia é uma viagem sem volta. Uma vez que a pessoa cruzou o limite e chegou ao ponto de ser tão cruel ao ponto de abusar uma criança sexualmente, é porque esta pessoa se tornou uma do tipo que chegou ao mais baixo nível de perversão que uma pessoa poderia atingir no fundo do poço da indecência humana. Ninguém poder renascer bom de tamanho ato de covardia!

 

Assim como pedofilia tem sido foco em organisações religiosas e educacionais nos últimos anos, em vários países do mundo, é hora de questionar também a existência da mesma em outras esferas de poder nas comunidades mundiais. Ao que parece, muitas das autoridades legais, que fazem tão ardua a tarefa de processar pedofílicos e também os soltam tão facilmente, possam ter conflitos de interesses.

Por que nunca se ouve a respeito de representantes de justiça que tenham sido descobertos envolvidos em pedofilia? O fato de que existem tantos pedofílicos pelo mundo afora, inclusive entre representantes da justiça, é que faz tão difícil que estes criminosos sejam processados e frustram tantas vítimas que procuram por justiça. Eu não somente acredito nisso, mas também tenho um exemplo deles em minha própria família.

 

É inaceitável que a justiça no Brasil permita que pessoas como meu pai permaneçam livres, mesmo após as autoridades terem sido alertadas por tantas vezes, para o perigo que ele representa. Mas a injustiça, ajuda aprotegê-lo.

Todos também estão conscientes de quanta impunidade existe no Brasil, especialmente quando se trata de nomes de pessoas importantes importantes e poderosas envolvidas.

Ainda que existam pessoas bem intencionadas entre as autoridades legais, tentando fazer a coisa certa, encontramos também aqueles que tentar encobrir colegas criminosos para proteger a imagem de seu grupo. Espera-se que autoridades legais ajudem a expôr pedofílicos e assim dar motivo para as pessoas respeitarem e acreditarem na justiça.

Para o sistema judiciário brasileiro ser reconhecimento pelo que representa, uma grande limpeza e mudança de atitudes, bem como melhorias na legislação, devem acontecer.

 

Enviei meu testemunho por escrito, confirmando que também sofri abuso sexual na infância, causado por meu pai, para a promotora de justica da vara de menores da cidade de Lajeado, RS, para apoiar outra vítima em processo judicial no passado.

Além de meu pai continuar livre, as autoridades permiram que ele registrasse mais outra criança como sua filha.

Deveria ter sido responsabilidade da promotoria levar o processo adiante, mesmo que a responsável pela criança tenha voltado atrás em suas acusações e retirado a causa. Deveria ser reponsabilidade do poder público proteger a criança, esgotando todas as possibilidades para provar o abuso uma vez que uma denuncia é feita e colocar a criança a salvo também daqueles que, de repente, passam a ter coflitos de interesses e ajudam a proteger o criminoso.

 

Assim, além de usar a história de abuso em minha família para educar as pessoas  para o problema, outro motivo pelo qual decidi expôr meu pai através da internet, é porque esgotei minhas opções para com a justiça brasileira, na tentativa de fazer justiça para com vítimas de abuso sexual na infância e colocar o tipo de criminoso como meu pai na cadeia.

 

"Cada dia que Rogério Nonnenmacher está livre, é mais um dia de risco para as crianças."

 

 

 

 

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