R-Evolução Anti Pedofílicos

 

 

2011

 

 

AGINDO

 

Pelas Crianças

 

 

 

Natal 1974

 

Vou compartilhar aqui como fui induzida a me humiliar numa noite de Natal por meu próprio pai, um pedofílico que me fez aceitar que era normal que eu me expusesse em seminudez para ele se deleitasse, com intenções de abuso sexual mais tarde, naquela noite.

 

"Era Natal de 1974 e eu recém havia completado 15 anos.

Celebravamos a véspera de Natal na velha casa de madeira onde cresci no interior do sul do Brasil. Tinhamos um pinheiro de Natal natural, de bom tamanho na sala, decorado com muitas luzes, bolas brilhantes coloridas, guirlandas douradas e cabelo de anjo cintilante prateado.

O presépio de Belém foi preparado para acomodar o menino Jesus entre Maria e José, com os pastores e animais ao redor, criando uma atmosfera que sempre me encantava  com expectativas de pureza, e de sonhos de amor, confiança e perdão com os quais é esperado que todos tenhamos nascido.

   

Era a melhor noite que a criança que vive dentro de cada um de nós, seja lá qual seja nossa idade, sonha e ter e Papai Noel recém havia nos trazido presentes enquando haviamos saído para cantar tradicionais músicas no jardim.

Estavamos todos abrindo nossos presentes e havia um monte de papel colorido dos pacotes espalhados pelo chão das sala. Minhas irmãs e irmãos estavam deslumbrados com seus presents…minha mãe estava na cozinha preparando um delicioso e maravilhosos jantar de Natal.

 

Eu estava feliz com o novo bikini que eu havia escolhido na loja alguns dias antes, mas estava receosa que meu pai pudesse pedir para trocar por outro de sua preferência. Assim, fui ao meu quarto para me trocar e experimentar o mesmo pois eu queria ter a aprovação de meu pai, para assegurar que o mesmo não era muito revelador e que ele permitisse que eu pudesse ficar com ele. Nós sempre tinhamos que ter a aprovação dele para todas as roupas que queriamos comprar ou vestir para sair. Ele sempre queria garantir que não atrairiamos os olhares de outros homens pela forma que nos vestíamos.

 

Eu, me preocupada mais é com o sentimento de inadecuação que eu tinha sobre o meu corpo magro demais e queira garantir que as pessoas não pensassem que eu me vestia como uma prostituta, pois minha auto-estima era muito baixa, e só piorava por causa dos abusos de meu pai. Mas ao mesmo tempo, eu sonhava em ter algo que fizesse com que eu pudesse me sentir bem.

 

Quando voltei de meu quarto, meu pai pediu que eu andasse pela sala, para que ele pudesse ver melhor como o biquini havia ficado. Notei como ele não parava de me olhar por todo corpo e ele nãao se constrangia em expressar como eu havia ficado bonita naquele biquini cor de vinho.

Eu estava feliz por ser apreciada pois eu sempre me sentia muito feia por ser sempre tão magra durante toda minha vida. Eu não gostava de usar vestidos, pois não queria que as pessoa vissem como minhas pernas eram finas.

 

Meu pai achou que seria melhor para que ele analizasse o meu biquini novo, que eu subisse em cima da mesa de centro das sala em frente ao sofa. Ele pediu que eu ficasse ali enquanto ele me inspecionava, fazendo seus próprios ajustes na posição das peças.

Ele decidiu então que, eu poderia ficar com o biquini se eu dançasse em cima da mesa, pois afinal tinhamos música tocando no aparelho de som.

Ele me ofereceu um copo de cerveja, que tinha comprado para aquela noite também.

Eu estava feliz porque pude ficar com o meu presente de Natal e comecei a dançar. Quanto mais cerveja ele me dava, mais entusiasmo eu tinha para dançar.

 

Quando minha mãe veio a sala e viu a cena, ela achou que o que eu vestia não era algo apropriado para uma noite de Natal e que também não era desejável que uma adolecente na minha idade se portasse de tal forma.

Como eu tinha apenas 15 anos e vinha aprendendo valores da vida de forma tão distorcida com meu pai, eu não tinha como avaliar o que era aceitável ou não, e meu pai rapidamente me convenceu que minha mãe estava com ciúmes de meu lindo corpo pois, segundo ele, ela jamais ficaria tão bela como eu naquele biquini.

 

Eu vinha sofrendo uma lavagem cerebral através de meu pai há vários anos  e acreditando que minha mãe não nos amava e que não se importava com os filhos e especialmente comigo, porque ele dizia que ela tinha ciúmes do amor que havia entre nós dois; e eu não tive qualquer problema em acreditar no que ele dizia.

Na minha opinião, ele era a pessoa em quem eu confiava e eu estava em estado de negação sobre o que poderia acontecer depois. Assim, eu continuei dançando e perdendo qualquer censura em meus movimentos, enquanto ele se deleitava apreciando o meu visual.

 

Minhas irmãs e irmãos também assitiam ao meu “show” e minha mãe começou a ficar muito irritada pela maneira com que eu dançava, segurando seu avental com as duas mãos como em um ato de desepero…

Ela insistia em dizer que era hora de parar com isso, porque isso não era o tipo de coisa que devesse acontecer em uma família Cristã Católica numa celebracão de Natal. Ela sugeriu que eu fosse me trocar e que colocasse o lindo vestido que eu estava usando antes.

 

Meu pai começou a rir de minha mãe, como ele fazia frequentemente para ridicularizá-la e debochar dela, dizendo que ela deveria ir para a missa rezar por seus pecados ou entrar para um convento.

Ele me perguntou se eu gostaria  de dançar de biquini em cima de uma mesa de boate, para outros homens assisirem  se ele me levasse.

Eu não estava certa do que ele estava propondo e disse que eu ficaria com vergonha de fazer isso.

Ele continuou bebendo  cerveja e me circundando com um lobo.

Eu comecei a me sentir muito desconfortável  pois não estava mais certa de que estava fazendo a coisa certa. A idéia de que ele pensasse que eu pudesse dançar seminua em frente a outros homes, fez com que eu me sentisse como se eu tivesse me oferecendo como uma prostituta.

 

A cena toda e a falta de respeito  por uma data tão sagrada fez com que minha mãe ficasse tão chocada e triste a ponto que ela teve que ir para seu quarto chorar, dizendo que eu estava fora de mim.

Mesmo quando eu parei de dançar por enquanto, meu pai assegurou que não havia problema e que eu podia continuar dançando em cima da mesa, mas após um tempo eu decidi descer da mesma e ir me vestir para jantar.

 

Aquelas alturas, eu já me sentia culpada por ter estragado a noite de Natal e tive problemas para conseguir comer pois me sentia suja e me imaginando como sendo uma prostituta pelo que havia acontecido. Este evento, me fez pensar que eu havia cometido um pecado por meu comportamento em uma data sagrada como esta.

Tudo o que eu queria era ser apreciada, porque eu sempre me senti por baixo. Não gostava da imagem que eu via no espelho e não gostar do meu corpo porque eu me sentia muito incomodada e culpada pelo que eu tinha que fazer para satisfazer meu pai e pelo segredo que eu tinha que guardar e que fazia com que eu tivesse muitas dúvidas a respeito de mim mesma. 

Naquela noite de Natal, fui levada a me humiliar como um objeto sexual para mais uma vez atender as demandas de meu pai, para lhe proporcionar o prazer de atender a suas perversões e desejos, excitando ele e me preparando para que tivesse que me sujeitar a ser abusada sexualmente mais tarde, quando todos dormiam."

 

 

"HOPE Ensina" e Pedofilia

 

A exposição desta exeriência pessoal tem por propósito criar alerta para os adultos que desejam proteger as crianças, a respeito de como pedofilicos agem e como eles tiram vantagem das mais inesperadas oportuindades e situações para fazer com que as vítimas aceitem se comportar de forma que estes maníacos desejam.

 

Fui lembrada do desrespeito com que minha mãe foi tratada por meu pai quando ela  expressou suas opinião e valores, da mesma forma com que  jornalistas, políticos e tantas pessoas debocharam  da Ministra Irini Lopes, que foi ridicularizada  por tentar estabelecer limites para a campanha “Hope Ensina”, em respeito a humiliação às mulheres.

 

Quando assisti as estes comerciais com a minha própia afilhada Gisele, que ensinava na TV algo que eu mesma havia tido que fazer no passado, também me senti repugnada por ser lembrada como eu mesma me ofereci como um objeto sexual na frente da minha família, quando eu tinha que satisfazer um pedofílico para ser apreciada e para poder ter algo que eu desejava para minha própria auto-estima.

Fico imaginando quantas mulheres tem tiveram o mesmo sentimento por causa de semelhantes experiências e quantos pedofílicos irão pedir para meninas adolecentes se exibirem com a nova calcinha e sutiãn ou biquini na noite de Natal, pois de acordo com o comercial da Hope isso é o CERTO, para que estes perversos abusem de suas vítimas mais tarde!

Um pedofilico como meu pai, não ficaria nem um pouco constrangido de ir nas casas dos familiares  e tirar vantagem de suas crianças e lhes dizer:

 

"Tu és minha sobrinha preferida...Mas se tu quiser ver o que o Papai Noel te trouxe, tem que me mostrar como a Gisele ensina na TV, o que é o CERTO... "

 

Todos iriam rir do bom humor do Rogério, pois afinal ainda acham que ele um homem tão bom que foi alvo de uma grande injustiça!

Mas, não preciso lembrar a ninguém de como termina esta estória...

 

Queiram por favor encontrar abaixo minha entrevista concedida a Kerri-Anne, no maior program de audiência nacional de TV da Austrália, contando porque  eu lancei campanha contra  os comerciais  “Hope Ensina” com minha afilhada Gisele Bundchen.

 

 

 

Entrevista com Kerri-Anne - AUSTRÁlIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esclarecimentos

 

Como apontei, nesta entrevista, não esta certo ensinar mulheres e crianças a se corromprem; e com a informações apresentadas, isso mostra como se criam oportunidades para pedofilia.

Aproveito também para esclarecer vários assuntos que são oportunos por eu ter indentificado quem sou, para tirar dúvidas que as pessoas tenham a respeito de minhas ações:  

 

   -Não tive intenção de me apresentar como parente de Gisele Bundchen no passado, para obter benefícios de uso de seu nome. Tenho meu próprio valor como pessoa e profissional.

 

   -Não intencionei da mesma forma, ter meu nome ligado ao dela quando lancei este site, porque não quis criar qualquer “distração” sobre minhas reais intenções e direitos de parar com os abusos de meu pai.

 

   -Jamais foi minha intenção tentar destruir a carreira de minha afilhada, como familiares  e outras pessoas afirmaram, tentaram me desacreditar e obstruir justiça, dito por quem  foi defender e ajudou meu pai pedofílico a obter sua liberdade.

 

   -Não intencionei envolver a Gisele no caso de abusos praticados por meu pai. Isso não dizia respeito a ela, mas sim era um direito meu e meu direito de ajudar as vítimas que eu conhecia existir. (Informações referentes a condenação de meu pai podem ser acessadas no INDICE deste site, em EXCLUSÃO DA OAB)

 

   -Não tive a expectativa de ter a Gisele ao meu lado para ajudar a promover campanha contra pedofilia, desde que lancei meu site. Tudo o que eu esperava era, compaixão e solidariedade humana a nível pessoal, da afilhada que eu amava tanto e de quem tenho memórias preciosas de quando ela era uma criança. Infelizmente, tenho que admitir que tive mais um amargo exemplo de traição pessoal.

 

   -Não acredito que a Gisele seja a pessoa certa para fazer campanhas contra abuso sexual na infância ou qualquer campanha que envolva crianças, porque ela escolheu se tornar um símbolo sexual.

 

   -Não tive qualquer expectativa de que ela tentasse se redimir por eu causa de meu protesto ao comercial da HOPE. Ela teve muitos anos para isso e mostrou que não intenciona isso.

 

   -Jamais foi meu objetivo contar minha história com o propósito de fazer dinheiro. Não sou eu quem estou atrás de materialismo e ficando rica  com o que estou fazendo.

 

   -Aproveito a oportunidade para dizer que nenhuma das entrevistas que concedi para a mídia oficial na Austrália e Brasil, foram sob condições de pagamento. Minha única intenção tem sido de compartilhar meus conhecimentos com outros para criar alerta para proteger as crianças, ajudar as sobreviventes adultas na sua cura e para conseguir justiça.

    

   -Também não dei exclusividade de direitos de ser entrevistada a nenhuma empresa dos meios de comunicação.

 

Apesar das as razões apontadas acima, agora não tenho outra alternativa senão me indentificar publicamente pois a Gisele passou dos limites ao ajudar a prejudicar todo o bom trabalho que tantas pessoas ao redor do mundo que vêm tentando  fazer para criar alerta para parar abuso sexual na infância e tenho que tomar uma atitude em relação a destruição que ela está promovendo, pois eu me importo. Isso, é uma atitude de defesa.

 

Ainda assim, penso que a Gisele tem o direito de decidir o que deseja fazer, o que ela quiser e acredite que deva fazer com seu corpo e por quanto dinheiro ela decida tirar a roupa e pousar nua para quem ela escolher, desde que não seja na frente das crianças e nem seu exemplo seja exibido ao público infantil.

Devo lembrar a todos que uma pessoa que é simbolo sexual não é uma referência boa e saudável para a educação de crianças e muito menos para estabelecer comportamento preventivo para proteger as crianças de abuso sexual.

Assim como a apresentadora de TV Xuxa e outras modelos, ela pousou nua e agora está ensinando as crianças referências sexuais não desejáveis. O papel que ela está desempenhando ajuda a criar confusão nas mentes das crianças porque seu exemplo destroy a inocência destas crianças ao lhes ensinar comportamento sexualizado, para depois tentar encobrir esta ação destrutiva com uma boa ação de ensiná-los a plantar árvores.

A intenção é que, o exemplo de ensinamento sexual não pareca algo tão ruim, não é? Boa tentativa!!!

 

Aqueles que criam os planos do papel que ela desempenha sabem muito bem o que estão tentando alcançar e como fazer a maioria das pessoas cairem nesta arapuca.

Fazendo sempre uma boa ação, ela tenta garantir que, o que ela ensine a nível sexual seja também aceito.

Meu pai costumava usar esta técnica. Esta é a mesma trilha de ação de pedofilia, para fazer as vítimas aceitarem e apreciar seus abusadores. Os abusos são compensados com presentes e assitência de ajuda em outros aspectos. Desta forma, a vitima é iludida para pensar que é amada e pense que o abuso não é tão ruim.

Num mesmo paralelo, dois papéis são usados para fazer as pessoas aceitarem qualquer coisa que Gisele represente na sua contribuição para corromper a humanidade, porque seu sucesso, fama e popularidade são colocados acima de qualquer suspeita. 

Não vou me iludir pensando que ela não sabe ou não tenha se dado conta até então de onde se meteu e que está sendo usada, mas não é diferente da forma como outras modelos e atrizes que tem feito o mesmo por todos estes anos. 

Estas são colocadas no enfoque público como objeto sexual, enriquecendo e alcançando fama sobe condições estabelecidas que as mesmas devem cumprir. Funciona da mesma forma com que meu pai e outros pedofilicos mantem suas vítimas em condições de segredo, para serem escravas e fazer o que eles quiserem, em troca de podermos ficar com os presentes prometidos ou oferecidos.

 

Está bem claro pra mim que a Gisele está ajudando aos que desejam destruir as coisas importantes que a maioria das pessoas desejam para o bem da humanidade. Mas, até onde ela se dispõe a ir e o que ela deverá fazer em troca de todo o dinheiro que lhe foi prometido na promessa de lhe tornarem uma bilionária? ...Esta é uma boa pergunta... 

Mas, assim como com vítimas de abuso sexual, aquelas que tentam se rebelar e se libertar de seus controladores, perdem tudo e aquelas que aceitam continuar o jogo, não importa o que tenham que fazer, são recompensadas com privilégios e posses materiais. O princípio é o mesmo...mas o dinheiro é bom demais, não é mesmo?

 

Entretanto, mesmo que eu tenha conhecimento de como a coisa funciona e o que existe por trás, isso não significa que eu tenha que aceitar isso.

Como adulta e como mãe, a ação de Gisele ainda deve ser vista como irresponsável.

Ela mostrou que não se importa quando cruzou os limites e começou a ajudar a promover condições favoráveis para pedofilia.

Ela também não está tendo respeito pelo que eu passei, ajudando aqueles como meu pai, que machucam as crianças.

Eu tenho o direito de protestar e de criar alerta para as pessoas acordarem para o que está sendo colocado em prática para prejudicar suas vidas.

 

 

E l i s a b e t h  N o n n e n m a c h e r (Dinda Lisi)

 

 

Assista ao meu apelo de Natal no U-Tube

 

Ajude a proteger as crianças

 

Feliz Natal !

 

 

 

 

 

 

 

 A hora é sempre certa para fazer o que é certo . (Martin Luther king Jr.)

 

 

 

 

 

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